Burnout: o preço invisível para empresas
- Julianna Santolin
- 2 de set. de 2025
- 1 min de leitura

Era uma sexta-feira quando Ana, gerente de projetos, pediu afastamento médico: diagnóstico de síndrome de burnout. Ela não era a primeira da equipe. Em menos de um ano, três profissionais-chave saíram pelo mesmo motivo.
O resultado? Atraso em entregas, perda de clientes e queda na moral da equipe.
Segundo a OMS (2022), o burnout é classificado como fenômeno ocupacional, e a Fiocruz estima que 30% dos afastamentos no Brasil estão ligados a sofrimento psíquico. Ignorar sinais precoces custa caro.
📌 Lição: empresas que não cuidam da saúde mental acabam pagando em turnover, afastamentos e queda de reputação.
🔖 Referências:
Organização Mundial da Saúde (2022). International Classification of Diseases (ICD-11).
Fiocruz (2021). Relatório sobre Saúde Mental e Trabalho.
Freudenberger, H. J. (1974). Burnout: The High Cost of High Achievement.



